O papel da tokenização para impulsionar as exportações de hidrogênio verde produzido no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP)

Por: Jonathan de Lima Soares* - Roberto de Paula Aguiar* - Rubens Oliveira de Couto*

1 – Resumo

A tokenização do hidrogênio verde, através da tecnologia blockchain, pode revolucionar o comércio internacional desse recurso. Ao representar o hidrogênio verde como tokens digitais na blockchain, seria possível fracionar e facilitar a negociação de quantidades menores, tornando o comércio mais acessível para compradores de diferentes portes. Acredita-se também que esse processo poderia ajudar na “commoditização” do hidrogênio verde, uma vez que padroniza em uma unidade mínima.

Palavras-chave: Hidrogênio Verde, Certificação Sustentável, Tokenização.

2 – Introdução

As mudanças climáticas emergem como um desafio premente do século XXI, impulsionadas em grande parte pelo uso intensivo de combustíveis fósseis, cujas emissões de dióxido de carbono têm contribuído para o aumento das temperaturas globais e os consequentes impactos ambientais. Em resposta a esse cenário crítico, a busca por alternativas de energia limpa e sustentável tem ganhado destaque, impulsionando uma transformação fundamental na matriz energética global (Singh, 2022).

A transição energética, que é um processo que visa substituir gradualmente os combustíveis fósseis por fontes renováveis e de baixa emissão de carbono, tornou-se imperativa para mitigar os impactos das mudanças climáticas. Nesse contexto, o hidrogênio verde emerge como uma solução promissora. Produzido através da eletrólise da água utilizando fontes de energia renovável, o hidrogênio verde é isento de emissões de carbono, tornando-se um candidato ideal para substituir os combustíveis fósseis em setores-chave, como transporte, indústria e geração de energia.

O Brasil, com sua vasta extensão territorial e recursos naturais abundantes, emerge como um ator estratégico na produção e exportação de hidrogênio verde. A combinação de recursos renováveis, como a solar e a eólica, posiciona o país de maneira privilegiada para a geração de energia limpa e eficiente, a qual é essencial para a produção de hidrogênio verde. (PWC, 2022)

A exportação de hidrogênio verde oferece oportunidades únicas para o Brasil expandir sua presença no mercado global de energia e contribuir para a redução das emissões globais de carbono. Diversos países, principalmente os que possuem metas ambiciosas de redução de emissões, estão buscando fontes de hidrogênio verde confiáveis e sustentáveis para atender às demandas de seus setores industriais e de transporte. Nesse contexto, o Brasil pode desempenhar um papel fundamental ao fornecer hidrogênio verde com garantias de origem sustentável.

A Agência Internacional de Energia (IEA) prevê que a demanda global por hidrogênio poderia crescer até 2050 para mais de 530 milhões de toneladas, com o hidrogênio verde desempenhando um papel central nesse cenário. Isso abre um horizonte de oportunidades para o Brasil estabelecer acordos comerciais com nações interessadas em importar hidrogênio verde sustentável.

Ao estabelecer parcerias estratégicas e acordos de exportação com países que buscam atingir suas metas de sustentabilidade, o Brasil pode não apenas fortalecer sua posição no mercado global de energia, mas também contribuir para a transformação positiva dos sistemas energéticos globais. A exportação de hidrogênio verde não apenas se traduz em oportunidades econômicas, mas também consolida o país como um protagonista da transição para uma economia de baixo carbono, alinhada com as agendas ambientais globais.

Assim, este trabalho mostra que é possível ter ganhos substanciais na comercialização do hidrogênio verde produzido no CIPP com a tokenização dessa commodity, uma vez que esse processo traria ganhos de escala e facilitaria o acesso a esse tipo de produto por parte de empresas, governos de diversos e até pessoas físicas, independentemente de seu poder econômico.

3 – Objetivo

3.1 – Objetivo Geral

  • Analisar o papel da tokenização para impulsionar as exportações de hidrogênio verde produzido no CIPP. 

3.2 – Objetivos Específicos

  • Mostrar que a tokenização de hidrogênio verde produzido no CIPP funcionaria como catalizador das exportações desse produto.
  • Apresentar a redução de custos de transação alcançada pela tokenização do hidrogênio verde.

4 – Fundamentação teórica

4.1 – Hidrogênio verde

No contexto de descarbonização mundial, o hidrogênio é visto como um dos pilares para atingir o net-zero até 2050. Espera-se que, de 2020 até 2050, ele passe de 0,1% para 10% do consumo final total de energia, sendo utilizado de forma versátil em setores como transporte, indústria e eletricidade, por ser um vetor energético sem presença de carbono, armazenável e transportável (STAFFELL et al., 2019).

Entretanto, sua “limpeza” como fonte de energia depende do método de produção, sendo favorável caso provenha de energia limpa, impulsionando renováveis no setor elétrico (RENOI, 2021). O uso do hidrogênio como vetor energético não é novo, e a não consolidação até hoje possivelmente se deve a razões econômicas e tecnológicas (WINTER e NITSCH, 1988).

4.2 – Mercado global de hidrogênio

O mercado global de hidrogênio apresenta diversos protagonistas e regiões cruciais no comércio internacional desse recurso. A Europa, de acordo com o World Energy Council, lidera a busca por descarbonização e é um dos maiores impulsionadores do mercado de hidrogênio verde no mundo. Os países da América Latina buscam atuar no desenvolvimento de projetos de produção e exportação desse tipo energia. Assim, o Brasil se destaca pela capacidade superior de produção de energia renovável, na comparação com os demais vizinhos.

Países como Japão e Coreia do Sul se destacam como importantes importadores, impulsionados por uma demanda crescente em setores industriais e energéticos. Paralelamente, a China emerge como líder nas pesquisas e desenvolvimento de tecnologias de produção e aplicação do hidrogênio. Além disso, a América do Norte, com os Estados Unidos e o Canadá, está se consolidando como uma região que investe em inovação e que começa a desempenhar um papel de destaque nesse mercado.

Esses players, cada um à sua maneira, estão moldando a dinâmica do mercado global de hidrogênio à medida que a transição para fontes de energia mais limpas ganha impulso, conforme relatório setorial da FIEC.

4.3 – Certificação sustentável para hidrogênio verde

A certificação sustentável para hidrogênio verde desempenha um papel crucial na promoção do comércio internacional desse recurso, ao garantir a origem renovável e ambientalmente responsável do produto. Através de certificados e selos, como o “Certificado de Hidrogênio Verde” ou o “Selo de Sustentabilidade”, assegura-se que o hidrogênio verde foi produzido a partir de fontes de energia limpa, cumprindo padrões rigorosos de sustentabilidade. (CCEE, 2022) Essa certificação é verificada por órgãos reguladores ou instituições independentes que auditam todo o processo de produção, desde a geração de energia renovável até a produção do hidrogênio.

A certificação sustentável confere confiança aos compradores internacionais, proporcionando transparência e credibilidade à cadeia de valor do hidrogênio verde. Através da certificação os negociantes podem verificar a autenticidade das reivindicações de sustentabilidade feitas pelos produtores, reduzindo o risco de “greenwashing” e assegurando que estão negociando um produto genuinamente sustentável.

4.4 – Tokenização de hidrogênio verde

A tokenização é um processo que transforma um bem ou direito em uma representação digital. Chamada de token digital, ela é registrada e negociada na rede blockchain, tecnologia que permite armazenar dados em blocos distribuídos em uma rede e os usa para validar qualquer alteração realizada. (B3, 2023) No contexto da certificação de hidrogênio verde, a tokenização oferece uma abordagem inovadora e eficaz para reforçar a rastreabilidade, a autenticidade e a transparência do produto.

Outro benefício da tokenização é uma maior liquidez, já que a rede blockchain reduz fronteiras, tornando global o acesso ao bem ou direito. Esse processo também reduz o custo das transações, pois reduz intermediários. (B3, 2023). Ao atribuir um token único a cada unidade de hidrogênio verde, a tecnologia blockchain assegura a imutabilidade dos registros e a integridade das informações ao longo de toda a cadeia de valor. Isso resulta em uma trilha digital transparente e auditável, onde qualquer parte interessada pode rastrear e verificar a procedência e a autenticidade dessa unidade virtual. A garantia de que os tokens representam diretamente unidades sustentáveis de hidrogênio verde certificado contribui para mitigar o risco de informações falsas.

Além disso, a tokenização oferece uma solução para o desafio do fracionamento do hidrogênio verde. Sua produção, muitas vezes, envolve grandes volumes, tornando difícil para pequenos compradores participarem ativamente no mercado. Através desse processo de tokenização, o hidrogênio verde pode ser dividido em partes menores, permitindo que os compradores adquiram quantidades adequadas às suas necessidades, tornando o acesso ao mercado mais inclusivo.

5 – Metodologia

O trabalho ora apresentado é fruto de pesquisa que teve como método a busca em fontes governamentais e empresas relacionadas à temática do Hidrogênio Verde na medida em que esse método exploratório é o que melhor permite a aproximação com a vanguarda do conhecimento neste assunto. A pesquisa foi realizada com abordagem qualitativa e quantitativa, tendo como tipos de pesquisa, a pesquisa bibliográfica, documental e a análise de players de mercado que possam se adaptar ao contexto do escopo da pesquisa.

Com isso, traçamos um paralelo entre o desenvolvimento da tokenização de commodities agrícolas, que impulsionam a comercialização desses tipos de ativos, com a tokenização de hidrogênio verde certificado, com a intenção de mostrar que essa tecnologia também pode facilitar a exportação desse vetor energético que será produzido no HUB de Hidrogênio Verde do CIPP.

6 – Desenvolvimento do trabalho

O processo de conversão de ativos do mundo real em representações digitais na blockchain (tokenização) tem ganhado força a nível global. Contudo, não são apenas os ativos financeiros que estão passando por essa transformação. Tal como já acontece com certos produtos agrícolas brasileiros, como a soja, o milho e o trigo, que estão sendo tokenizados por produtores, acreditamos que a mesma abordagem tecnológica possa ser aplicada para aumentar ainda mais as exportações do hidrogênio verde certificado que será produzido no CIPP.

A tokenização de ativos físicos facilita as transações comerciais internacionais, uma vez que reduzem os custos de tarifas para pagamentos a fornecedores, conforme relatório da Mckinsey, que cita potenciais benefícios para diferentes stakeholders, entre oportunidades de receitas e eficiências de custos, além de aprimorar o compliance, a auditagem e a transparência dos recursos negociados.

O Brasil está na vanguarda ao permitir a confirmação de autoria e autenticidade da documentação para comercio exterior com a utilização de blockchain. De acordo com o relatório sobre tokenização da BCG e AADX, a tokenização pode alcançar 10% do PIB Global (US$16 trilhões) até 2030. Operações de comercio exterior são complexas e envolvem múltiplas partes no processo para viabilizar a movimentação de bens e serviços de um país para outro.

O sucesso do programa de exportação de hidrogênio verde produzido no Brasil depende da transparência da origem sustentável de sua produção, utilizando energia renovável ou de baixo carbono. A origem dessa commodity é atestada por certificados de origem; entretanto, o processo é complexo e requer a participação de diversos intermediários. Com a utilização da tecnologia blockchain no processo, haverá uma grande simplificação do processo de contabilidade de carbono e de certificação verde, de acordo com Nicola De Blasio & Charles Hua (2021).

No brasil, commodities como soja, trigo e milho estão sendo tokenizadas, trazendo benefícios para exportadores e importadores. De acordo com a Agrotoken as vantagens do processo são: diminuição de custos administrativos e de cobrança, menores custos de transação de câmbio e impostos, geração de marketplace que utiliza “criptogrãos” e desintermediação de bancos, agentes e comissionistas. Assim, podemos concluir que os mesmos benefícios alcançados através da tokenização das commodities citadas podem também impulsionar o mercado de hidrogênio verde produzido no CIPP.

Conforme o relatório do Hydrogen Council, dos 660 milhões de toneladas (TM) de hidrogênio necessários para a neutralidade carbônica até 2050, 400 serão transportados por longas distâncias, sendo que 190 TM atravessam fronteiras internacionais.

Figura 1 – Potenciais rotas globais de hidrogênio verde. Fonte: Irena, 2022

A tecnologia blockchain é capaz de gerar grandes mudanças na cadeia de suprimentos de hidrogênio verde reduzindo custos associados e riscos de operação. Essa tecnologia também incrementa a transparência em produtos de alto valor agregado ou que dependam de certificados de origem, como metais preciosos e itens de origem sustentável, de acordo com Valeria et al (2022). Em 2030, instituições financeiras em todo o mundo irão economizar mais de US$ 27 bilhões anualmente em transações financeiras transfronteiriças usando tecnologia blockchain. (Smith, 2021)

Quando dados provenientes de diversos participantes são registrados em registros compartilhados, é crucial buscar soluções que garantam a salvaguarda da privacidade das informações, bem como a confidencialidade e a administração de identidades. (Andoni, 2019)

No contexto de uma infraestrutura de sistema descentralizado, nem sempre é evidente quem assume a responsabilidade legal e técnica pelas ramificações negativas decorrentes das ações de múltiplas partes. Caso ocorra um incidente significativo devido a falhas de software ou hardware no sistema, não se dispõe de uma entidade central à qual um participante possa encaminhar suas preocupações, como é o caso do sistema tradicional. Nos sistemas baseados em blockchain, a confiança é ancorada na própria tecnologia, em detrimento de uma autoridade de renome.

A desintermediação, que é um dos principais objetivos dos sistemas baseados em blockchain, poderia aumentar a eficiência dos processos, reduzindo custos e aumentando a velocidade das transações. (OECD, 2020). A possibilidade de uma plataforma que funcione de modo contínuo (24/7) é atrativa e garante maior competitividade aos exportadores de hidrogênio verde. 

Figura 2 – Possíveis implicações da tokenização para negociação e precificação. Fonte: OECD, 2020.

O processo de tokenização de commodities permite ainda que a negociação da mercadoria aconteça enquanto ainda está armazenada, sem a necessidade de exigir qualquer tipo de movimentação do ativo tokenizado. No processo de tokenização de soja feito pela Agrotoken, por exemplo, a paridade é de 1 tonelada para cada token, sendo essetotalmente desmembrado em partes menores. Desta maneira, se torna possível o pagamento de fornecedores ou custos de produção com os tokens gerados, tendo o ativo baseado em blockchain com lastro em soja. Desse modo, quando o ativo é resgatado, as moedas são recompradas e destruídas para manter a paridade do sistema.

A corrida para baratear os custos não se deve somente às formas de produção e transporte, mas passa também pelos meios de transação, confiabilidade e descentralização do mercado, a fim de reduzir custos e aumentar a competitividade.

7 – Conclusão

Conclui-se então que a tokenização apresenta um horizonte promissor para impulsionar as exportações de hidrogênio verde produzido no CIPP. O uso dessa tecnologia pode fortalecer a posição do Brasil como fornecedor confiável de hidrogênio verde, melhorando nossa competitividade no mercado global. O blockchain já se posiciona como um caminho para melhorar a eficiência das cadeias de suprimentos globais (Budak & Coban, 2021). A tecnologia blockchain tem grande potencial para ser um relevante diferencial para o hidrogênio verde produzido no CIPP, que terá como principal destino o Porto de Rotterdam (Holanda), evidenciando a localização privilegiada do Ceará e também sua grande disponibilidade de energia renovável oriunda de uma matriz energética limpa (solar e eólica).

Diante do exposto, podemos destacar também que, a redução de custos com intermediários por meio da tokenização, geraria uma diminuição nos custos bancários de comercialização desse produto de cerca de 11% e tornaria o hidrogênio verde produzido no CIPP ainda mais atrativo para a exportação, garantindo um importante diferencial competitivo frente aos demais produtores. Complementando todas as economias de custo citadas, o processo de certificação do hidrogênio verde, como requisito para a tokenização, proporciona a garantia do processo de transparência e segurança da tecnologia blockchain, auditando cada fator de produção, conforme relatório SAP.

Referências

Andoni, Merlinda, et al. Blockchain technology in the energy sector: A systematic review of challenges and opportunities. (2019)

B3. Tokenização de ativos: o que é, como funciona e quais seus benefícios. Disponível em: https://borainvestir.b3.com.br/tipos-de-investimentos/renda-variavel/criptoativos/tokenizacao-de-ativos-o-que-e-como-funciona-e-quais-seus-beneficios/. Acesso em: 07 ago. 2023.

Budak, A., Çoban, V. (2021). Evaluation of the impact of blockchain technology on supply chain using cognitive maps. Expert Systems with Applications, 184. DOI: 10.1016/j.eswa.2021.115455.

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Decreto nº 10.550, de 24 de novembro de 2020. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.550-de-24-de-novembro-de-2020-290024483. Acesso em: 16 ago. 2023.

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Parque Tecnológico da Universidade Federal do Ceará (UFC). Hidrogênio Verde no Ceará. Disponível em: https://parquetecnologico.ufc.br/wp-content/uploads/2021/01/ahk-apresentacao-h2verde-ceara-101120201.pdf. Acesso em: 05 ago. 2023.

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Sobre os autores

*Jonathan de Lima Soares é Administrador, cursa atualmente MBA em Gestão Financeira na Universidade de Fortaleza – UNIFOR e tem MBA em Negócios Internacionais pela UNIFOR. Atualmente é sócio na Praxedes Ambiental e Assessor de Investimentos na Invest Smart – XP.

*Roberto de Paula Aguiar é Economista, cursa atualmente MBA em ESG na UNIFOR, tem Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Ceará – UFC, MBA em Gestão de Projetos, MBA em Gestão Ágil e MBA em Controladoria e Auditoria Contábil. Atualmente é coordenador e professor dos cursos de pós-graduação nas áreas de finanças e controladoria, na Universidade de Fortaleza – UNIFOR.

*Rubens Oliveira de Couto é Servidor Publico do Estado do Ceará, como Analista de Desenvolvimento Logistico no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), cursa atualmente MBA em Negócios Internacionais pela UNIFOR e possui também MBA em Governança de T.I. pela mesma instituição. É formado em Telecomunicações e Informática pelo IFCE e atualmente é Analista Comercial de Negócios Portuários pelo CIPP.

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