Pesquisa da Schneider Electric avalia progresso das empresas em energia e sustentabilidade

fev, 2019

Mais de 50% dos entrevistados trabalham em empresas que assumiram compromissos públicos com redução de energia, carbono e resíduos, e estão transformando discurso em ação.

O acesso ao capital é uma barreira enganosa; obter fundos para projetos e programas se resume a demonstração de ROI e liderança executiva.

As empresas têm muitos dados, mas problemas relativos a origem, qualidade e compartilhamento continuam a prejudicar o valor das informações.

 

SÃO PAULO, FEVEREIRO DE 2019 – A Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão da energia elétrica e automação, acaba de divulgar o Relatório de Progresso das Empresas em Energia e Sustentabilidade 2019, analisando as tendências, barreiras e oportunidades globais que afetam a energia empresarial e programas de gestão de carbono. Embora as equipes atuantes nessa frente ainda sofram com financiamento e dados, o relatório revela que a maioria das grandes empresas definiu publicamente metas de sustentabilidade que estão impulsionando a adoção de estratégias e tecnologias inovadoras, e mudando a percepção do valor quanto à conservação e ação do clima.

 

O relatório é baseado em uma pesquisa, concluída pela GreenBiz Research, com mais de 300 profissionais globais responsáveis ​​por energia e sustentabilidade em empresas que possuem mais de US$ 100 milhões em receita anual.

 

AVANÇANDO E ADEQUANDO

 

Mais empresas percebem benefícios em assumir compromissos públicos com a redução de energia, carbono e resíduos, e estão fomentando mudanças internas, com ou sem mandatos governamentais ou regulatórios.

Quase 60% das organizações pesquisadas têm metas compartilhadas com clientes, investidores e demais stakeholders. Outros 9% estão considerando tais compromissos. Estas são outras conclusões:

 

  • 28% das companhias são específicas e ambiciosas nas suas metas, juntando-se a iniciativas estabelecidas como o RE100 (iniciativa empresarial em prol da energia elétrica sustentável), metas baseadas em ciência e zero desperdício em aterro.

 

  • Organizações globais estão liderando a mudança; empresas que operam em diferentes regiões geográficas têm quase 10% mais chances de assumir compromisso público do que aquelas localizadas em somente uma região.

 

  • Negócios baseados na Europa, com operação global ou local, estabelecem metas públicas com mais frequência do que seus pares norte-americanos – 65% contra 58%.

 

  • As empresas que assumiram compromisso público veem as preocupações ambientais (59%) como o principal impulsionador, acima das considerações financeiras (52%).

 

  • As empresas que assumiram compromisso público têm maior probabilidade de implementar tecnologias avançadas, como renováveis ​​on e offsite, armazenamento de baterias e veículos elétricos.

 

“Agora, mais do que nunca, os líderes empresariais percebem que precisam assumir as rédeas e desempenhar seu papel em um ambiente de energia em evolução”, diz Jean-Pascal Tricoire, CEO global da Schneider Electric. “Ser um consumidor passivo é uma desvantagem competitiva e operacional. Portanto, independentemente de regulamentações ou mandatos, as empresas estão adotando estratégias agressivas para reduzir as emissões, aumentar a eficiência e colocar a energia para trabalhar em prol do planeta e dos seus resultados.”

 

NOVAS OPORTUNIDADES, NOVAS BARREIRAS

 

A pesquisa também revela que as empresas estão olhando além das medidas tradicionais de conservação. As iniciativas de eficiência energética ainda dominam, mas o movimento em direção à descarbonização e descentralização continua a estimular o interesse e o investimento em energia renovável: 52% das empresas têm renováveis ​​no local, 40% contrataram renováveis offsite, ​​e 34% estão usando certificados de atributos de energia, como créditos de energia renovável ou garantias de origem, para lidar com a pegada de carbono da eletricidade que elas compram e consomem (emissões do âmbito 2).

 

Para as empresas que planejam adotar essas e outras medidas, o financiamento tem sido um obstáculo perene. No entanto, a falta de capital pode não ser um obstáculo tão significativo quanto muitos supõem.

 

Os entrevistados que discordaram que seu departamento “obteve sucesso na obtenção de orçamento para iniciativas de energia e/ou sustentabilidade” apontaram “capital limitado” como o principal motivo (57%). Entretanto, os participantes que concordaram com tal afirmação reportaram que “demonstração do retorno sobre o investimento (ROI)” e “liderança executiva” são os aspectos que mais contribuem para o sucesso. Apenas 10% identificaram “capital disponível” como a principal razão pela qual os programas são aprovados e financiados.

 

Adicionalmente, a falta de dados não é mais vista como um desafio; porém, dados não-confiáveis ​​e incompletos, provavelmente em função da fonte, e compartilhamento ineficiente limitam o ROI. A pesquisa mostra:

 

  • As empresas coletam dados de quase três fontes diferentes, em média.

 

  • Contas de serviços públicos são as mais comuns, seguidas pelos sistemas de gestão da energia elétrica; no entanto, 52% das organizações ainda usam planilhas, e apenas 18% coletam dados de dispositivos IoT.

 

  • As barreiras mais comuns para o uso de dados de forma eficaz são dados não-confiáveis ​​ou incompletos (48%), ferramentas insuficientes (41%) e falta de conhecimento por parte da equipe (40%).

 

  • Apenas 22% das empresas compartilham todos os dados de energia e sustentabilidade entre os departamentos – 58% compartilham alguns, e 21% não compartilham nada.

 

  • 90% das empresas que compartilham dados entre todos os departamentos concordam que podem obter financiamento, e elas são mais propensas a usar um portfólio diversificado de tecnologias.

 

“O compartilhamento de informações e a colaboração são essenciais para o sucesso dos nossos esforços na gestão da energia e sustentabilidade”, declara Bill Hoenigmann, gerente de categoria global da BD, líder de tecnologia médica, um dos entrevistados da pesquisa.

“Temos uma equipe multifuncional de profissionais de operações, compras e sustentabilidade. E temos metas e responsabilidades conjuntas para fornecer economia de energia e acompanhar a melhoria da redução de carbono.”

 

O Relatório de Progresso das Empresas em Energia e Sustentabilidade foi desenvolvido para entender como grandes organizações compram de serviços públicos, gerenciam demanda, usam dados e desenvolvem e financiam programas de eficiência empresarial e de redução de carbono. As conclusões do relatório vêm de uma pesquisa na web e entrevistas telefônicas conduzidas pela GreenBiz Research. Os participantes incluíram 299 profissionais que supervisionam compras, operações e sustentabilidade, desde membros do conselho até colaboradores individuais. As empresas pesquisadas representam sete segmentos da indústria: imóveis comerciais, educação, finanças e bancos, saúde e biotecnologia, indústria e transporte, varejo e hotelaria, e tecnologia.

 

Para mais informações e para baixar o relatório completo, visite insights.se.com. E para obter informações sobre tendências e melhores práticas de energia e sustentabilidade, visite Perspectives ou siga @SchneiderESS.

 

SOBRE O ECOSTRUXURE™

 

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SOBRE A SCHNEIDER ELECTRIC

 

A Schneider Electric lidera a Transformação Digital em Gestão de Energia Elétrica e Automação em Residências, Edifícios, Data Centers, Infraestrutura e Indústrias.

 

Com presença global em mais de 100 países, a Schneider é líder absoluta em Gestão de Energia em Média e Baixa tensão, Energia Segura e em Sistemas de Automação. Fornecemos soluções integradas para eficiência, que combinam energia, automação e software.

 

Em nosso Ecossistema global, colaboramos com a maior comunidade de Parceiros, Integradores e Desenvolvedores em nossa Plataforma Aberta, para entregar controle e eficiência operacional em tempo real.

 

Acreditamos que Pessoas Talentosas fazem da Schneider Electric uma grande Empresa, e que nosso comprometimento com a Inovação, Diversidade e Sustentabilidade garante que “Life is On” seja realidade em todos os lugares, para todas as pessoas, em todos os momentos.

 

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