Não faltam motivos para comemorar

jun, 2014

Edição 100 – Maio de 2014
Por Luiz Fernando Arruda 

Nesta edição histórica muitas reflexões vem à mente e todas muito prazerosas!

Nos meus 35 anos de engenharia tive a oportunidade de trabalhar em muitas empresas, muitos lugares diferentes e, portanto, conviver com profissionais do Brasil inteiro e muitos da América Latina, Estados Unidos e Europa.

Nas empresas privadas pelas quais passei, sempre houve grande rotatividade, diferentemente do que pude observar naquelas públicas ou estatais, portanto, a quantidade de ex-colegas é enorme. E, até uns tempos atrás, sem as facilidades da internet e do celular, manter contato com todos era tarefa impossível.

Os reencontros eram, portanto, ao acaso e a gente tentava tecer a teia dos conhecidos em comum e ter notícias dos amigos dos “bons tempos que ficaram na memória”.

A oportunidade que tenho de fazer parte deste time vitorioso tem trazido também o prazer de reencontrar amigos e colegas que ficaram pelo caminho destas três décadas e meia. Sempre recebo e-mails que me conectam a este tempo e me dão o prazer de ter notícias da “turma”. E como é bom saber que estão bem, produtivos, cheios de esperança de ver um país melhor e ajudando a construir este futuro a despeito de adversidades que sempre nos afrontam.

Fazer parte do time de colunistas é outro ponto que me traz muita alegria e, todos os meses, quando recebo a revista, “devoro” o conteúdo da revista rapidinho e, confesso, releio algumas partes para fixar e entender bem alguns conceitos; aprendizado tranquilo, prático e útil.

Interessante notar também os pontos comuns que temos com leitores eventuais ou não; muitas vezes recebo comentários que exploram com mais detalhes pontos apenas pincelados e, não raro, ganho o presente de exemplos e até fotos que mostram questões abordadas.

Portanto, a chance que tenho de fazer parte desta equipe vitoriosa, convidado pelo meu amigo e mestre Hilton Moreno, tem me trazido, além de conhecimento e oportunidade de estudar, a chance de interagir com pessoas, o que sempre é muito engrandecedor.

As críticas que recebo também são muito saudáveis e muito bem-vindas. Sem elas, como conhecer nossos limites, o contraditório, o reconhecimento de ter falhado muitas vezes. Aí é prosseguir, tentando acertar e lembrar sempre que “errar é privilégio dos que tentam construir alguma coisa”.

Assim, este exercício de escrever e levar a outras pessoas algumas coisas que a vida me ensinou e receber de volta muita informação tem se parecido cada vez mais com outra profissão que abraço com muita satisfação e que foi o início de toda a minha experiência: dar aulas.

E é sempre assim: a gente no final aprende mais do que ensina.

Que venham então mais centenas de edições! Parabéns e o meu sincero agradecimento e admiração a todos que criaram e trouxeram este veículo até aqui (vocês são realmente bons no que fazem), mas tenham em mente que há muito mais a fazer, pois tenho muita coisa ainda por aprender!

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