ILUMINAÇÃO URBANA – A visão dos conceituadores da luz

out, 2009

Edição 44, Setembro de 2009

Por Isac Roizenblatt

Um debate reuniu a visão de diversos especialistas sobre o projeto urbano dedicado em Paris para evidenciar o trabalho que se pode alcançar utilizando a luz elétrica como ferramenta de trabalho. Pesquisas e desenvolvimentos posteriores mantiveram os posicionamentos expostos pelos participantes, conforme relatado no livro “Penser la ville par la lumière”, organizado por Ariella Masboungi (2003).

No prefácio deste livro, François Delarue (2003), diretor de urbanismo, de habitação e da construção da França, chamou a atenção para o “pensar a luz urbana” na ótica da paisagem da cidade, da luz e da arte contemporânea. Assim, mostra a importância que o conhecimento recente apresentado pelos primeiros “conceituadores de luz” envolve mobilizar o saber e a criatividade para repensar como é possível, à noite, revelar a cidade, criando um elo entre os espaços urbanos, cujos bairros praticamente não se relacionam entre eles, de modo a procurar ligar lugares e pessoas, organizando a cidade, facilitando a circulação das pessoas, induzindo mudanças no comportamento, servindo para aumentar a segurança, sem se esquecer de tratar da poluição luminosa.

Observa-se nessa bibliografia que Delarue também menciona a responsabilidade política da ação e da participação no processo de concepção e elaboração dos projetos urbanos. É possível então entender que há uma diferença quando se observa novas urbanizações ou renovações, como na Europa e nos Estados Unidos. No primeiro, o Estado assume esses projetos enquanto, no segundo, é a iniciativa privada que frequentemente empreende vários projetos, buscando soluções específicas às características locais. No Brasil, entretanto, empreendedores de loteamentos precisam, ao realizar suas implantações, seguir os modelos de iluminação das principais legislações municipais e/ou da companhia de energia, conforme o caso.

 

Um dos aspectos mais nítidos em todas as cidades nesse modelo de desenvolvimento é o crescimento, algumas vezes, fragmentados, desconectados e sem história, como Ariella Masboungi apresenta em sua obra, em que explicita como a contribuição da luz elétrica poderia ser um elo ou uma ferramenta do projeto urbano para estabelecer sua estrutura, legibilidade e forma com os territórios menos marcados pela história ou tradições. Da mesma maneira, Masboungi trata a ferramenta “luz elétrica”: como um material arquitetônico que permite transformar as cidades para pior ou melhor, criando na memória coletiva uma impressão durável, com um cenário que eventualmente pode ser espetacular e excitante.

 

Atualmente, o que se tem em termos de transformação na luz urbana no país é uma transformação energética, em que a consequência sensível aos olhos é a mudança de cor da luz, de branca para amarela.

 

Segundo a concepção de Junishiro Tanizaki (2007), o que se busca é a apropriação da ferramenta iluminação para somar qualitativamente ao espaço construído, levando a um produto final de luzes e sombras justapostas que criam o belo. No entanto, esta criação não chega a prejudicar a paisagem urbana com a sua banalização ou teatralização, como se preocupa Claude Eveno (2003). Joel Bateux (2003) contra argumenta dizendo que “não é porque alguns fazem pinturas indecentes que se deveria privar-se da pintura”. E Masboungi afirma contundentemente que “a luz é um dado novo que não pode ser ignorado no espaço urbano”.

 

Ampliando esse pensamento, Masboungi afirma que a luz elétrica pode fabricar a cidade pela leveza, rapidez e eficácia de sua utilização, sendo assim comparável à pintura da cidade, durante o dia. A sua flexibilidade também é destacada pela especialista, dada a sua reversibilidade, cuja dinâmica é praticada hoje em raríssimos pontos no mundo, pouco pesquisada e explorada, mas exprime grande potencial. Nesse sentido, há dois aspectos importantes, mas pouco tratados na literatura especifica, sendo que a iluminação é uma ferramenta forte e ainda pouco praticada na iluminação urbana, assim, pode ser testada para avaliar sua verdadeira grandeza que dá nova leitura a percursos e lugares; como também pode ser testada na prefiguração de projetos para verificar sua aceitação social, por exemplo, na eficácia na estruturação de uma região ou cidade.

 

O teste e a prefiguração da iluminação de vias urbanas são necessários para visualizar os resultados. No entanto, aqui no Brasil estes procedimentos não são usuais, em geral, verificam-se os números derivados de normas ou de recomendações e possibilidades de instalações de equipamentos padronizados.

 

Masboungi considera que trabalhar com a luz abre novas perspectivas que vão ao encontro das bases qualitativas expressas nas várias funcionalidades que se pode reconhecer na luz da cidade. Essas funções podem ser consideradas em oito grupos e se expõem a seguir:

 

1.    Revelar a cidade, o espaço urbano, o território: são potencialidades da luz por sua capacidade de exibir ou deixar de revelar os elementos existentes no espaço. Esta é uma premissa que leva ao conhecimento desse espaço – o lugar.

 

Um exemplo recente do revelar a cidade que chama a atenção em São Paulo é o Edifício Raul Telles Rudge, localizado na esquina da avenida Paulista com a rua Frei Caneca, onde há uma escola instalada. Como este é um edifício que não possui atrativos arquitetônicos que o destaquem na paisagem, e ainda devido à legislação vigente que limita a inserção de cartaz de grande envergadura revelando sua presença no local, a maneira de se chamar a atenção foi contornada à noite, com muito mais ênfase do que poderia ter sido feito de dia, por meio de uma iluminação dinâmica com diodos emissores de luz, chamando a atenção do edifício com a arte.

 

A mesma revelação pode ocorrer em um conjunto de árvores, de calçadas que recebem um piso diferenciado e de postes decorativos, no centro da cidade de São Paulo, ou com lampiões nas ruas de Ouro Preto e Mariana, em Minas Gerais.

 

2.    Criar referências: como fazem, por exemplo, em seu trabalho Jean Nouvel e Yan Kersalé na cúpula da Pêra da cidade de Lyon, na França (apud Masboungi, 2003), criando uma referência luminosa. Podemos citar ainda a transformação do Parque Emsher no vale do Ruhr, na Alemanha, em que montes de entulhos sobrepostos foram iluminados e parecem, à noite, obras de arte contemporânea.

 

Os exemplos citados como referência podem também ser vistos de forma semelhante em São Paulo, na cúpula da Catedral Ortodoxa, localizada no bairro Paraíso. A edificação pode ser observada a distância, em muitos pontos da cidade, servindo de referência no período noturno. Algumas antenas situadas no espigão da avenida Paulista e da avenida Sumaré também fazem o mesmo, assim como o topo do pico do Jaraguá e mesmo alguns edifícios nas vias marginais ao rio Pinheiros. No Rio de Janeiro, a iluminação destaca o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, os quais, iluminados, servem de guia a muitas pessoas, além de embelezarem a cidade.

 

Um nível de iluminação diferenciado em uma rua, ou uma cor de luz diferenciada, podem também indicar o local, tornando-o uma referência.

 

3.    Transformar: valorizar o existente encontrando em seus detalhes ou contornos uma nova visão em que as qualidades locais são melhoradas, propiciando, assim, um novo caminho para as pessoas.

Um exemplo diurno pode ser constatado na mudança da paisagem ocorrida nas marg

inais dos rios que atravessam a cidade de São Paulo, ao se visualizar vários tipos de plantas rasteira e árvores, transformando a visão diurna de quem circula nessas marginais. O mesmo pode ser visto à noite, com os seus postes altos diferenciando a via, embora pudesse ainda fazer melhor, com uma iluminação dedicada, dando vida e cores às plantas com os rios.

 

4.    Prefigurar: é testar uma ideia da aplicação da luz para avaliar o desempenho em seus principais aspectos. Destaca-se aqui o trabalho de Roger Narboni (apud Masboungi, 2003), onde, em Niort, na comuna francesa no departamento de Deux-Sèvres, na França, ele prefigura uma iluminação de conexão entre o centro da cidade e um bairro residencial.

Exemplos semelhantes também são encontrados em alguns locais das cidades brasileiras, como as calçadas em “mosaico português”, que são vistas em sua grandeza e beleza durante o dia, e à noite mereceria uma iluminação dedicada para destacá-las, mas esta possibilidade não foi testada. Em caso de sucesso, a prefiguração mostraria seu recurso em outras iniciativas semelhantes.

 

5.    Criar um elo brilhante dentro da cidade: indica que a luz pode estabelecer uma continuidade entre os fragmentos de uma cidade, tornando-a legível aos seus habitantes ou visitantes.

 

Em uma cidade poderia se identificar, por exemplo, as avenidas que se constituem em eixos indo do centro à periferia; os anéis viários como as marginais; bem como vias principais que interligam bairros. Isto facilitaria o deslocamento das pessoas no período noturno. Vários critérios poderiam ser utilizados para criar elos como altura e cor dos postes que serviriam de indicação de dia e à noite, cor e intensidade da luz diferenciada das áreas periféricas, além de outros modelos mais sofisticados.

 

Eixos viários, anéis e avenidas de conexão poderiam utilizar uma nova tecnologia em fontes de luz disponíveis hoje para criar os elos, como os diodos emissores de luz (Leds), que podem propiciar indicações luminosas nas mais variadas cores, tendo entre suas qualidades a alta eficiência e a longa vida, além de serem amigáveis ao meio ambiente.

 

6.    Catalisar e acelerar: um processo de requalificar vias, bairros ou regiões por meio da intervenção com a iluminação. Esta pode ser a primeira de uma série de iniciativas que catalisam e aceleram o processo devido à sua facilidade de implementação.

 

Onde se vê maior necessidade de tal iniciativa são nos bairros periféricos, em que melhorias dessa natureza no espaço público trazem o melhor custo benefício ao total da população local, como esgoto e energia com luz adequada à via pública. Estes bairros em geral carecem de condições adequadas de circulação para seus habitantes, segurança, formação de um ambiente agradável e outros, sem mencionar o aspecto estético do lugar.

 

7.    Jogar a favor da segurança: criar iluminação de segurança ou uma iluminação que proporcione sentimento de segurança, gerando beleza, graça e conforto. Masboungi escreve sobre a criação dos espaços de convivência, sem se esquecer das questões primárias de segurança nos locais públicos – questão pesquisada em todo o mundo –, inclusive nos efeitos decorrentes da iluminação. É citada no seu livro uma proposta de Yan Kersalé e Jean Nouvel com outros que buscaram transformar, por meio da luz, uma rua frequentada por traficantes na periferia de Montepellier, na França.

 

O mesmo procedimento tem sido adotado em alguns locais no Brasil. Com o intuito de diminuir a comercialização e o consumo de drogas à noite, algumas áreas têm recebido uma quantidade maior de luz a fim de expor os frequentadores, que, por sua vez, sempre procuram o escuro para se esconder.

 

8.    Agradar: Mark Major (apud Masboungi) afirma que, pela noite, os centros atraem as populações periféricas porque lá brilha a luz. Masboungi fundamenta essa explicação escrevendo que “o aspecto lúdico faz parte da luz e de sua função urbana”.

Assim também no Brasil se tem as festas de carnaval, festas juninas, quermesses, feiras de artesanato, Natal e outras tantas repletas de luz no espaço público.

 

Masboungi conclui suas análises e teorias citando que a força da luz pode transformar o nada, o não visto, o imperfeito, o sujo e mesmo os dejetos em algo belo à noite, por meio de um jogo de luz e sombra, como ensinou Tanizaki (2007).

 

O tema é detalhado de outra forma por Frédérique de Gravelaine (2003), cujo pensamento mostra as possibilidades da luz noturna que “transfigura, dialoga com a sombra, coloca em relação e separa, delimita e organiza, dissimula e mostra”. Quando fala sobre o intervir na periferia, dando identidade ao espaço, melhorando a qualidade de vida, o conforto e a segurança, Gravelaine (2003) mostra que ocorre a religação de bairros ao conjunto da cidade por marcos luminosos à beira da estrada. Assim, ao tentar transformar uma estrada em uma avenida pela colocação de totens luminosos e semáforos projetados especificamente para um local, ou instalando candelabros que limitam um parque ou os limites de uma cidade, se estabelece uma ligação luminosa pelos espaços públicos.

Foto da iluminação pública de uma cidade canadense.

Quanto ao aspecto “estruturar territórios”, Gravelaine (2003) sugere intervir em diferentes escalas da paisagem, pensando em suas distâncias, estruturas urbanas, infraestruturas, percursos e detalhes. Menciona o trabalho executado na Praça do Teatro de Rotterdam, na Holanda, em que, graças ao conceito de trabalhar o espaço vazio com iluminação, pôde-se conservar este vazio realçando a qualidade do lugar. Cita também a valorização urbana obtida pela iluminação da praça que dá entrada à estação de Santa Mônica, em Los Angeles.

 

No final da década de 1960, quando a prefeitura de São Paulo estava sob o comando de Faria Lima, Gravelaine participou do projeto “Iluminação dos lugares nobres”, que objetivava dar nova vida noturna a alguns locais. Assim, foi criada uma iluminação especial para o Parque do Ibirapuera, para a Praça de Milão na Avenida República do Líbano, para o Parque Siqueira Campos e Trianon, entre outros.

 

Gravelaine descreve a possibilidade de metamorfosear terrenos baldios, como fizeram os finlandeses da cidade de Tampere, região da Pirkanmaa na Finlândia, ao iluminarem o fluxo tumultuoso de um rio; as pontes que o atravessam e alguns edifícios, dando nova vida à paisagem. Este autor escreve também sobre como transformar infraestruturas, citando como as qualidades lúdicas e artísticas da luz modificam o aspecto de rotundas em estações rodoviárias, podendo também ter aplicações de mesmo caráter em outros lugares. Uma forma seria integrar as obras nas estradas, realçando seus volumes. Vê-se isso algumas vezes quando os entroncamentos são iluminados para assegurar condição de acesso em estradas e, ao mesmo tempo, resultam na expressão de seus volumes contidos no espaço visível. Uma maneira de intervir prestando informação é o que fez Motoko Ishii (apud Gravelaine, 2003) nas torres da ponte de Sakuranomyia Bay, em Osaka, em que a cada 15 minutos antes da hora cheia, o topo das torres é iluminado com a cor azul, marcando a passagem do tempo. Também,

nota-se que, pela montagem luminosa na arquitetura que está à volta das vias e espaços públicos, se pode renovar, revelar e modificar seu aspecto, manipulando de forma eficaz as emoções, ao mostrar o espaço real ou uma ilusão deste.

 

O qu

e Gravelaine chama de renovação das artes plásticas são as novas possibilidades reveladas pela eletrônica associadas às modernas fontes de luz, como os Leds e os equipamentos especiais que permitem novas iniciativas nos planos horizontais e verticais das cidades.

 

Mark Major (2003), um dos grandes projetistas de iluminação do mundo, diz que “a ideia é que a pertinência da imagem a ser criada não concerne somente àquilo que as pessoas vão perceber, mas também à identidade que a iluminação pode definir”. Sugere que a experimentação é importante na iluminação urbana porque ainda estamos no início de uma matéria que é muito nova. Este autor acredita que, em alguns casos, a iluminação pode relançar a economia em determinado local por ser um dos instrumentos de reabilitação na cidade. A luz pode ser considerada um comercial ativo, ou um ativo de segurança, ou, ainda, um ativo de diversão que incentiva também o turismo.

 

Referindo-se ao modelo adotado por Kevin Lynch na criação da imagem da cidade, Major considera eficaz e útil pensar a luz no meio urbano à noite. A referência está em organizar a cidade, unificando ambientes caóticos, destacando pontos marcantes, contribuindo para a leitura de lugares essenciais, orientando, definindo o espaço e dando substância à noite com a formação do cenário.

 

 

 

 

 

 

 

Para Msaboungi, trabalhar com a luz abre novas perspectivas de qualidade na cidade.

Citando o projeto realizado por seu escritório em Coventry – West Midlands na Inglaterra, Mark Major destaca que “o importante em um plano de luz é incluir os diferentes estratos de uma cidade, uns com relação a outros, a fim de que a estrutura urbana se torne clara para todos, assim como para os visitantes”.

 

Nas suas exposições a respeito dos projetos, vê-se que Major (2003) dá muita importância ao processo de criação, ao diálogo com moradores e comerciantes locais, usuários, autoridades, especialistas de outras áreas, com o objetivo de captar as ansiedades e o espírito do local. É pouco conhecido, entre as práticas, o diálogo por meio da realização de consultas com os moradores, comerciante e outros, ou por algum meio de comunicação perguntando como gostariam que fosse realizada a iluminação de sua rua ou bairro.

 

Narboni (2003), um precursor dos conceituadores da luz urbana, acredita que estamos em um momento singular entre a descoberta e o desenvolvimento de uma importante ferramenta: a disponibilidade de novas fontes de luz e os recursos eletrônicos associados. Ele vê as possibilidades da mesma forma que os outros especialistas na matéria, que a iluminação urbana é uma ferramenta completa e que a luz pode estabelecer elos, encenar o patrimônio, dar novo significado ao lugar, recompor fragmentos da periferia, instrumentar a comunicação e prover identidade.

 

Outro especialista, Yan Kersalé (2003), artista plástico e tido como um ex-sonhador trata da matéria como um investigador das emoções em suas “expedições de luz” e acredita que se é diferente de dia e de noite, e que a vida das pessoas mudou com a luz, pois elas pararam de ir dormir cedo.

 

Kersalé (2003) revela um posicionamento real e claro sobre o que ocorre com a luz urbana atualmente, ao declarar que ela sofre a intromissão de uma “proliferação de interventores, às vezes muito decorativas, sobrecarregadas, normalizadas”, sujeitas a ação de interesses técnico-econômicos que bloqueiam a reflexão sobre a identidade dos lugares e do ambiente. O posicionamento deste autor é verdadeiro na iluminação urbana e em muitas outras áreas.

 

Analisando essas considerações, destaca-se que a aquisição de luminárias por municipalidades que seguem a Lei 8666 de 21/06/1993 – que versa sobre normas gerais de licitações e contratos da Administração Pública – é muito aberta e não dá destaque a questões estéticas.

Da mesma forma que Kersalé, Mario Grandelsonas (2003) diz que na realidade ”muita luz significa bairro rico e pouca luz bairro pobre, droga, crime,…”. Este posicionamento, distinto do da maioria, encontra-se em Claude Eveno (2003), que acusa a luz de poluir a obscuridade e ameaçar a liberdade de imaginar, de difundir a mediocridade e de reforçar o controle social.

 

Uma preocupação consequente do debate (Masboungi, 2003) adverte que a disciplina ainda é mal conhecida, daí a necessidade de “evitar confusões entre suas diferentes expressões: iluminação pública, iluminação de monumentos, luz difundida pelo mundo econômico e comercial, luz de eventos e decorações festivas, enfim, luz dita ‘urbana’ onde a concepção contribui a uma reflexão global sobre a cidade e sua transformação”.

 

 


ISAC ROIZENBLATT é engenheiro eletricista, consultor da Pro Light and Energy Consultants e diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux).

 

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