Grupo Cobra escolhe Colaborativo para a gestão da expansão do sistema elétrico brasileiro

mar, 2020

Ferramenta de colaboração em nuvem controla fluxo de emissão e aprovação de documentos para projetos de transmissão de energia das linhas Argo I, II e III, que vão beneficiar as regiões Norte e Nordeste

Para gerir a sua maior obra de transmissão de energia no Brasil, o Grupo Cobra, líder global em infraestruturas industriais, contratou o software de colaboração em nuvem Colaborativo, que é fornecido pelo Construtivo, companhia de Tecnologia da Informação com DNA em engenharia.

O empreendimento, que envolve a construção de subestações de transmissão de energia elétrica no País, demanda uma grande quantidade de responsáveis, sejam contratados e terceirizados. “Neste cenário, qualquer desvio ou falha pode gerar altos custos aos envolvidos. Por isso, surgiu a demanda de uma ferramenta que promovesse a gestão eficiente de projetos”, aponta Pedro Martins, engenheiro eletricista do Grupo Cobra Brasil.

Dentre todos os sistemas de colaboração em nuvem estudados, o Colaborativo foi escolhido devido ao diferencial do registro das atividades durante o processo de construção, concedendo o acesso ao histórico para qualquer tipo de consulta. “A ferramenta nos permite gerir de forma satisfatória o fluxo de documentos, desde a emissão inicial até a aprovação, ficando tudo registrado na nuvem”, explica Martins.

Ao todo, três projetos – Argo I, II, e III – estão sendo controlados pelo Colaborativo, o que envolve cerca de 300 usuários, entre subestação, linha de transmissão, cliente, engenharia e fornecedor. “Por meio do relatório geral automático fornecido pelo sistema e das notificações, é possível gerir de forma satisfatória o fluxo de projetos, o que resulta no direcionamento das cobranças aos devidos responsáveis, além de registrar todas as ações ocorridas na aprovação do documento, como comentários, datas de mudança no status, entre outros eventos”, comenta Martins.

No projeto Argo I, será realizada a ampliação da rede básica de energia dos estados do Maranhão, Piauí e Ceará, fornecendo maior escoamento da energia consumida e gerada nessas localidades. A linha de transmissão Argo I irá atravessar esses estados, passando por 42 municípios, com cerca de 1,2 mil quilômetros de extensão. Já o projeto Argo II compreende a ampliação da subestação de Janaúba 3, que contribuirá para a melhor operação da rede básica, aumentando a capacidade da interligação Nordeste-Sudeste.

O empreendimento Argo III tem como objetivo reforçar e ampliar o sistema de transmissão entre Acre e Rondônia para reduzir a sobrecarga e possibilitar o escoamento da geração adicional produzida na região. Ele consiste na construção e operação de 320 quilômetro de linhas de transmissão e 5 subestações, localizados no estado de Rondônia. “Ao final dos projetos, teremos mais desenvolvimento econômico nestas regiões, além de melhora na qualidade e confiabilidade do sistema elétrico brasileiro”, acrescenta Martins.

Para Marcus Granadeiro, CEO do Construtivo, a utilização dos relatórios facilita o monitoramento dos documentos e garante uma execução transparente dos processos. “Como é automatizado, a margem de erros humanos relacionados ao controle de emissão e responsabilidades diminui bastante. E, para projetos como os da Cobra, cujo tráfego de documentos chega a três mil durante a obra, ter esse recurso é imprescindível para obter controle e segurança a toda a operação”, finaliza Granadeiro.

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