Crescimento do mercado de energia eólica deve gerar mais de R$ 50 milhões em novos prêmios de seguro, diz AON

set, 2018

Expertise da consultoria é um diferencial estratégico para os novos parques eólicos no Brasil, que será a segunda fonte energética do País em 2019

Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), a eólica será a 2ª principal fonte de energia do Brasil em 2019. Esse tipo de energia ficará atrás apenas da hidrelétrica. Ainda de acordo com a entidade, atualmente, as eólicas são 8,5% da potência instalada no País e crescem a um ritmo superior a 20% ao ano.

Atualmente, a Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, benefícios e saúde, conta com 15 clientes com parques eólicos em obras ou operando no País. O número representa, aproximadamente, 20 a 25% do marketshare do setor. A expectativa da companhia é que o mercado movimente mais de R$ 50 milhões com novos prêmios até 2020.

“A Aon possui uma grande expertise na área de energia eólica. É um mercado que apresenta algumas especificidades. Para fazer um desenho adequado do programa de seguros, existe a necessidade de um profundo conhecimento técnico e de negócio. Certamente, o nosso know-how garante um diferencial estratégico para a operação dos nossos clientes”, comenta Clemens Freitag, Diretor de Infraestrutura da Aon Brasil.

No Brasil, não há seguro obrigatório para a construção de parques eólicos, que não seja o seguro de Transportes dos equipamentos até o canteiro de obras. Uma prática comum é a contratação de seguros contratuais. Normalmente, seguros garantia são os mais procurados no início. Em uma segunda etapa, entram os seguros de Riscos de Engenharia e de Responsabilidade Civil,  considerados essenciais para o financiamento das obras. Por fim, existem os seguros adjacentes como o de Transportes e de Erros & Omissões (E&O).

O seguro ALOP (Advanced Loss of Profit), equivalente ao prejuízo financeiro do investidor devido ao atraso no início das operações da planta em decorrência de um sinistro durante a construção, também é bem importante. Geralmente é contratado quando os investidores assim exigem dos empreendedores. Essa modalidade está sendo cada vez mais utilizada, pois a perda de receita com a unidade paralisada pode inviabilizar sua operação. Isso pode ser causado, por exemplo, por um sinistro havido em sua construção.

“O mercado de energia eólica é relativamente atraente às seguradoras. A cada 200 megawatts são gerados aproximadamente R$ 2 milhões em prêmios. Entretanto, não se observa o mesmo apetite quando os parques já estão em funcionamento, pelo volume de sinistros que vem sendo observado com o aumento a idade em operação dos parques”, finaliza Freitag.

De acordo com a Abeeólica os cinco estados que terão mais parques novos de energia eólica são o Rio Grande do Norte, Bahia, Ceará, Rio Grande do Sul e Piauí, respectivamente.

Para mais informações, acesse Aon.com/Brasil


SOBRE A AON:

A Aon Plc (NYSE: AON) é uma empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, benefícios e saúde. Globalmente, nossos 50 mil colegas, em 120 países, potencializam resultados para clientes utilizando dados e análises proprietários para fornecer perspectivas inovadoras, que reduzam a volatilidade e melhorem o desempenho.

No Brasil, estamos localizados em nove escritórios nas principais cidades do país e contamos com, aproximadamente, 2 mil colaboradores.

Somos orientados por nossa missão – viabilizar possibilidades econômicas e humanas para clientes, colegas e comunidades em todo o mundo – isso se torna perceptível quando reconhecemos nosso poder de mudar vidas para melhor. Para tanto, possuímos cinco linhas de soluções globais específicas: Soluções de Risco Comercial, Soluções de Resseguro, Soluções em Previdência, Soluções de Saúde e Serviços de Dados e Análises.

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