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Edição 72 / Janeiro de 2012 Por Hilton Moreno
O número de acidentes com vítimas fatais e sérios ferimentos, além de danos materiais de todos os tamanhos que envolvem obras em nosso país é assustador e as notícias sobre eles pipocam nos noticiários com uma frequência espantosa. Para algumas pessoas desavisadas, isso até parece normal e faz parte da vida, como se nada disso pudesse ser evitado.
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Edição 70 - Novembro de 2011 Por Adriana G. Pedrosa, Marco Aurélio O. Schroeder, Márcio M. Afonso, R. Alipio, Sandro de Castro Assis, Tarcísio A. S. Oliveira e Anísio R. Braga
Diversos estudos têm mostrado, por meio de fórmulas empíricas, experimentos ou métodos numéricos, que o comportamento de eletrodos de aterramento, solicitados por descargas atmosféricas, é totalmente diferente de sua resposta a fenômenos de baixa frequência, tal como curto-circuito. Para analisar de forma apropriada o comportamento de eletrodos de aterramento diante de fenômenos impulsivos (de alta frequência), denominado comportamento ou desempenho transitório, os seguintes aspectos devem ser considerados: geometria, resistividade e permissividade elétricas do solo e efeito de ionização do solo.
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Edição 64 - Maio de 2011 Por Ricardo de Alcântara Carvalho
Estudo identifica falhas precoces em motores de indução e indica oportunidades de melhorias em testes de fábrica específicos para motores, no procedimento de string-teste e no tocante à preservação, ao comissionamento e à operação e manutenção dos motores.
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Edição 61 - Fevereiro/2011 Por Luciana Mendonça
Qual a relação da aplicação das normas técnicas com o custo final das obras? Especialistas dizem que as recomendações técnicas pouco influenciam o valor da instalação e que o desconhecimento das normas ainda é o grande problema do Brasil.
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Por João Cesar Okumoto Edição 58 - Novembro/2010
Estudo analisou as harmônicas e os problemas de interferência eletromagnética das instalações elétricas do centro cirúrgico do Hospital Universitário da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.
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Edição 52, Maio de 2010
Por Weruska Goeking
A automação surgiu como o caminho para a redução da participação da “mão humana” sobre os processos industriais. Partindo desse conceito, podemos dizer que a utilização em larga escala do moinho hidráulico para fornecimento de farinha, no século X, foi uma das primeiras criações humanas com o objetivo de automatizar o trabalho, ainda que de forma arcaica. Esse desenvolvimento da mecanização teria impulsionado mais tarde o surgimento da automação.
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