Edição 82 - Novembro de 2012
Por Luiz Fernando Arruda
De outras épocas, todos nós já ouvimos que há tempo para tudo e não vejo como discordar disto. De outro lado, todos que acreditamos que novas tecnologias hoje disponíveis podem nos ajudar a ter sistemas elétricos (em toda a cadeia: geração, transmissão e distribuição) mais confiáveis, a utilizar energia elétrica de forma mais racional, a permitir a inserção de energia renovável por mini e microgeradores (a tal geração distribuída), a mitigar perdas (otimizar as técnicas e tentar zerar aquelas não técnicas) e dar ao mercado de energia uma nova cara, na qual os consumidores possam optar por um perfil de consumo mais adequado (reduzindo seu custo mensal de forma sustentável), entendemos que já passou da hora de termos políticas públicas e a desejável e saudável flexibilidade negocial no setor que viabiliza o início de um novo patamar tecnológico na nossa indústria.