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Revista O Setor Elétrico


Atitude Editorial

 

 

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José StarostaJosé Starosta

é diretor da Ação Engenharia e Instalações e membro da diretoria do Deinfra-Fiesp.

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Aspectos de operação e premissas de filtros de harmônicas em aplicações industriais – Parte I

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Edição 126 - Julho de 2016
Por José Starosta
 

Introdução e definições

O uso de filtros de harmônicas em instalações elétricas tem por objetivo adequar os níveis de distorção de tensão a valores adequados para a operação das cargas nos seus barramentos de alimentação. Normalmente, as normas (IEEE 519, IEC 61000, ou módulo 8 do Prodist) preveem valores de distorção total de tensão (THDV ou DHTV) da ordem de 5% a 8% em casos gerais (outros valores são também definidos em função da aplicação, desde 3% em hospitais até 10% em fontes próprias, por exemplo).

O que os protocolos de M&V têm a nos ensinar?

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Edição 125 - Junho de 2016
Por José Starosta
 

Os protocolos de medição e verificação (a chamada “M&V”) são peças fundamentais para desenvolvimento e avaliação adequados de projetos de ações de eficiência energética que se pretendam implantar, aliás, como qualquer projeto sério, com avaliação do status inicial e aquele que realmente se chega ao final.

Correntes de fuga, correntes diferenciais residuais, faltas e a importância da detecção Aspectos de manutenção preditiva em sistemas de baixa tensão

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Edição 124 - Maio de 2016
Por José Starosta
 

A literatura técnica apresenta terminologias distintas para situações relacionadas às correntes de fuga. Também tratadas nem sempre de forma adequada e causando acaloradas discussões sobre esta terminologia, as correntes de falta, correntes de falha ou correntes diferenciais residuais indicam, em maior ou menor proporção, a passagem de corrente por caminhos além das fases e neutros considerados como “normais”, caracterizando situação de “defeito”. Para fins de facilidade de entendimento, trataremos esta corrente neste texto (sem o necessário rigor técnico) como “corrente de terra”.

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