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Revista O Setor Elétrico


Atitude Editorial

 

 

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José StarostaJosé Starosta

é diretor da Ação Engenharia e Instalações e membro da diretoria do Deinfra-Fiesp.

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Correntes de fuga, correntes diferenciais residuais, faltas e a importância da detecção Aspectos de manutenção preditiva em sistemas de baixa tensão

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Edição 124 - Maio de 2016
Por José Starosta
 

A literatura técnica apresenta terminologias distintas para situações relacionadas às correntes de fuga. Também tratadas nem sempre de forma adequada e causando acaloradas discussões sobre esta terminologia, as correntes de falta, correntes de falha ou correntes diferenciais residuais indicam, em maior ou menor proporção, a passagem de corrente por caminhos além das fases e neutros considerados como “normais”, caracterizando situação de “defeito”. Para fins de facilidade de entendimento, trataremos esta corrente neste texto (sem o necessário rigor técnico) como “corrente de terra”.

Afundamentos de origem externa e soluções com DVR – Parte 2

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Edição 123 - Abril de 2016
Por José Starosta
 

Em situação normal, o DVR opera em “stand-by”, sendo a tensão da rede comparada a cada instante com os limites de operação do equipamento; se os valores monitorados atingem o limiar de operação (por exemplo, 0,85 pu – normalmente, os afundamentos atingem valores de até 0,5 pu), o DVR passa então a operar em conjunto com a rede de suprimento na alimentação da carga até o instante em que este sistema principal (rede) se restabeleça. Caso o afundamento persista por períodos superiores ao pré-determinado para a carga condicionada, o equipamento não opera, pois, o distúrbio provavelmente será uma interrupção. A Figura 1 ilustra os valores eficazes e as formas de onda da tensão em situação de afundamento monofásico e de recuperação pelo DVR. Devido à recuperação da tensão na carga, a mesma é mantida em operação em função da compensação pelo DVR. A Figura 2 ilustra a zona de atuação do DVR em detalhe da curva ITIC ou CBEMA.

Afundamentos de origem externa e soluções com DVR – Parte 1

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Edição 122 - Março de 2016
Por José Starosta
 

Já apresentamos em colunas anteriores os aspectos da origem dos afundamentos; aqueles de origem interna que são causados pelas próprias cargas da instalação, conforme mostra a Figura 1, e os afundamentos causados por origem externa que ocorrem em função de causas do suprimento, no caso, a distribuidora ou os geradores (Figura 2). No caso dos afundamentos por razões internas, a adoção de técnicas conhecidas de mitigação do acionamento das cargas pode resolver a situação (acionamentos estáticos, compensação reativa adequada e outros). Já quando o distúrbio é originado pela fonte, outras ações são necessárias.

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