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Revista O Setor Elétrico


Atitude Editorial

 

 

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José StarostaJosé Starosta

é diretor da Ação Engenharia e Instalações e membro da diretoria do Deinfra-Fiesp.

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Aspectos de operação e premissas de filtros de harmônicas em aplicações industriais – Parte II

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Edição 127 - Agosto de 2016
Por José Starosta
 

c) Filtros ativos

Uma das definições clássicas de filtro ativo é aquela que considera que: “o filtro ativo é um equipamento que deve ser capaz de injetar (ou absorver) correntes harmônicas que, somadas às correntes da carga, produza uma corrente com menor conteúdo de correntes harmônicas na rede”. Uma outra definição seria: “o filtro deve ser capaz de neutralizar as correntes harmônicas produzidas pela carga, de forma a produzir uma corrente com menor conteúdo harmônico na rede”. De forma geral, o filtro ativo deve ser construído com circuito digital de alta velocidade, de forma que, tanto a geração das correntes harmônicas pelas cargas, como a compensação pelo filtro ocorra no menor instante possível e de forma sincronizada, caso contrário, o filtro não seria efetivo em cargas rápidas e passaria a ser mais uma fonte de corrente harmônica, não para cancelar, mas para se somar àquelas geradas pelas cargas.

Aspectos de operação e premissas de filtros de harmônicas em aplicações industriais – Parte I

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Edição 126 - Julho de 2016
Por José Starosta
 

Introdução e definições

O uso de filtros de harmônicas em instalações elétricas tem por objetivo adequar os níveis de distorção de tensão a valores adequados para a operação das cargas nos seus barramentos de alimentação. Normalmente, as normas (IEEE 519, IEC 61000, ou módulo 8 do Prodist) preveem valores de distorção total de tensão (THDV ou DHTV) da ordem de 5% a 8% em casos gerais (outros valores são também definidos em função da aplicação, desde 3% em hospitais até 10% em fontes próprias, por exemplo).

O que os protocolos de M&V têm a nos ensinar?

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Edição 125 - Junho de 2016
Por José Starosta
 

Os protocolos de medição e verificação (a chamada “M&V”) são peças fundamentais para desenvolvimento e avaliação adequados de projetos de ações de eficiência energética que se pretendam implantar, aliás, como qualquer projeto sério, com avaliação do status inicial e aquele que realmente se chega ao final.

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