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Revista O Setor Elétrico


Atitude Editorial

 

 

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José StarostaJosé Starosta

é diretor da Ação Engenharia e Instalações e presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco)

 


Quando as “coisas” partem - Parte II

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Edição 102 - Julho de 2014
Por José Starosta

Partidas de motores

As correntes de partida em motores de corrente alternada são uma das mais “combatidas” no cotidiano das grandes instalações e, historicamente, a tecnologia tem auxiliado no tratamento deste assunto. A razão principal é a importância direta destas correntes na qualidade da energia e nos afundamentos de tensão relativos. O principal ponto de consideração no tema é a limitação desta corrente de partida dos motores de forma que a rede elétrica não “sofra” e suporte a solicitação da partida em todo seu regime até que se atinja o regime síncrono (operação estável) com a minimização dos afundamentos e transientes decorrentes destas partidas.  Porém, enquanto determinada carga tenta partir, outras se encontram em operação na mesma rede e a partida desta carga não pode interferir na operação plena das outras.

Quando as “coisas” partem - Parte I

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Edição 101 - Junho de 2014
Por José Starosta

As partidas das máquinas elétricas (motores e transformadores), a energização de capacitores e alguns circuitos especiais, mesmo as lâmpadas a vapores metálicos ou de sódio, possuem comportamento durante a partida ou energização que pode afetar outras partes das instalações elétricas ou ainda os próprios equipamentos. As causas e os efeitos são os mais diversos e trataremos de algumas dessas situações na sequência.

Cem! Sem dúvidas

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Edição 100 - Maio de 2014
Por José Starosta

Quando o Adolfo (diretor da Atitude Editorial), com o seu habitual entusiasmo, me falou do seu projeto para o lançamento de uma nova revista voltada à eletricidade, fiquei impressionado, sobretudo pela coragem e motivação dele para o novo projeto. Pensei comigo: “este cara está louco!”. Mas, por outro lado, se a publicação focar em desenvolvimento e divulgação técnica, o grande vencedor seria o nosso mercado de engenharia elétrica, que teria mais uma fonte de consulta, de exposição de “cases” e, fundamentalmente, de discussões técnicas. Expressei minha opinião a ele: “se a revista não for mais um “catálogo de produtos”, me parece que será bem aceita”. Isso hoje me parece claro, a pluralidade e a divulgação de opiniões fortalecem nossos profissionais e abre a todos oportunidades e caminhos para busca de referências; um mesmo tema descrito e abordado por modos distintos favorece sua sedimentação.

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