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Revista O Setor Elétrico


Atitude Editorial

 

 

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José StarostaJosé Starosta

é diretor da Ação Engenharia e Instalações e membro da diretoria do Deinfra-Fiesp.

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Infraestrutura de instalações As instalações estão informatizadas. Nossas equipes estariam informadas e, sobretudo, formadas?

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Edição 113 - Junho de 2015
Por José Starosta

O avanço tecnológico das ofertas e soluções que assistimos em nossas instalações é exponencialmente crescente. Novos sistemas de proteção, de controle e comando, de medições de variáveis elétricas e mecânicas, e mesmo os elementos e os materiais e sistemas aplicados na construção e montagem são incorporados a cada novo projeto. Os supridores de soluções, sejam elas subestações elétricas e seus subsistemas, sistemas de fontes de contingência como os geradores e UPS, sistemas de refrigeração, sistemas DCIM (nos centros de dados) e outros apresentam as evoluções de seus produtos, fruto da citada evolução tecnológica. De uma forma geral, toda esta “parafernália” tem como premissa a busca incessante do fornecimento de condições para operação cada vez mais confiável dos sistemas que compõem a carga alimentada. A coisa parece simples, mas existem alguns entraves a serem discutidos para que se atinjam estes graus de confiabilidade necessários. Não se trata de discutir se a forma de onda da tensão está sendo com gravada em 512 ou 1.024 amostras por ciclo pelo instrumento especificado, nem se os relés de proteção a serem aplicados possuem capacidade para diversos esquemas de proteção. A discussão aqui é outra, será que a capacidade técnica de nossas equipes de especificação e projeto, de montagem, de manutenção e operação estaria evoluindo na mesma velocidade? E se não, por quê?

Aplicação de geradores em instalações elétricas: alguns cuidados necessários

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Edição 112 - Maio de 2015
Por José Starosta

Na última edição, abordamos a possibilidade apresentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio da portaria 44 do MME, de compra da energia gerada por unidades consumidoras e que atualmente se encontra em estudo após a chamada pública.

A inversão do fluxo da energia – Consumidores vão gerar para o sistema elétrico

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Edição 111 - Abril de 2015
Por José Starosta

O tema não seria novo se estivéssemos tratando da geração fotovoltaica que já está regulada e que só aguarda a redução do apetite dos governos estaduais nas cobranças do ICMS para a sua viabilização. Do ponto de vista conceitual, outra ideia de geração distribuída está sendo ampliada. Encontra-se em fase de análise de votos e aprovação na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a resolução que objetiva contratar energia gerada por consumidores típicos e regulares e que estejam atendidos por distribuidoras interligadas ao sistema interligado nacional - SIN, enquadrados em sistemas tarifários padronizados, com instalações de geração adequadas, registradas ou outorgadas, além de outras exigências de regularidade aplicáveis.

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