Vamos ter que esperar a limpeza do rastro do pau do galinheiro?

abr, 2017

Para qualquer lado que virarmos o nariz sentiremos o clássico cheiro, cada dia é uma fonte diferente. O pau do galinheiro já está carregado e o rastro está cada vez maior. Alguns juristas informam que até que a última galinha tenha sua pena (judicial a ser cumprida, se assim o for) poderá levar até mais de dez anos. Enquanto os excrementos de Brasília, Rio e outros estados alimentam o biodigestor de Curitiba e do próprio Rio de Janeiro, o povo “normal” continua esperando estas e outras definições, como a reforma da previdência, trabalhista, terceirização e outras saídas estratégicas que venham a atenuar o imbróglio que nos metemos por deixar a condução do País na mão de uma quadrilha de incompetentes. Alguém tem dúvida sobre quem vai pagar por isso? Estas definições atenderão aos interesses de que desta vez? Só do Estado Brasileiro?

O fato mais importante é que nossas oportunidades de negócio, de desenvolvimento profissional e de mercado dependem destas amarras. Temos oportunidades em energias renováveis, eficiência energética e qualidade da energia com as novas tecnologias de cargas e controles, geração distribuída e um mundo a ser trabalhado e desenvolvido, mas quem vai investir? Quem vai fazer? O que pode ser feito?

O modelo clássico de desenvolvimento prevê investimentos que são liderados pelo governo e as empresas privadas seguem com investimentos complementares que são dirigidos para áreas especificas. No estágio atual, este modelo parece estar congelado, senão morto. Afinal, as grandes empresas privadas que sempre foram as grandes engrenagens desta roda também estão no poleiro. Deveremos ter criatividade para mudar sem ficar esperando as ocorrências no quintal, afinal, como diz o ditado, “as galinhas podem mudar, mas os excrementos serão sempre os mesmos”. Nossas associações formadas por empresas e profissionais com a crença de que resultados são obtidos com trabalho em ambiente livre de corrupção e de interesses mesquinhos deverão criar oportunidades para fazer a roda voltar a girar. Qualquer iniciativa pode gerar energia ativa. Mãos à obra, “povo do bem”, e haja biodigestor para tanta m…

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