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out, 2015

Edição 116 – Setembro de 2015

O país conta com 4.290 empreendimentos de geração de energia elétrica e cerca de 127 mil quilômetros de linhas de transmissão para levar energia a 77 milhões de consumidores.

Não é raro definirem o Brasil como um país de dimensões continentais. A extensão territorial nacional é de 8.514.876 km², o que dá ao país a quinta posição entre os países com maior área do mundo. Para se ter uma ideia de como a comparação é cabível, a Europa – contando parte da Rússia – apresenta 10.180.000 km de extensão.

Dessa forma, imagina-se a dificuldade de levar energia elétrica a cada canto do Brasil, tendo em vista a estrutura do chamado Sistema Interligado Nacional (SIN). Este necessita de empreendimentos produtores de energia – no Brasil calcado em usinas hidrelétricas com grandes reservatórios – e linhas de transmissão – com torres, cabos e outros equipamentos -, com o intuito de escoar a energia até aos municípios. Não se deve esquecer o segmento de distribuição de energia elétrica, que abaixa a tensão da energia elétrica vinda das transmissoras, deixando-a apta a ser consumida pelos usuários (indústrias, comércio e residências). A distribuição não faz parte do SIN, mas tem importante papel na cadeia de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica brasileira (GTD).

Confira a seguir alguns dados para compreender o tamanho e as particularidades do segmento de GTD do país:

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil apresenta hoje 4.290 empreendimentos de geração de energia elétrica, totalizando mais de 138 GW de potência instalada em operação comercial. Desse total de capacidade, a maioria, um pouco mais de 92 GW, é oriunda de pequenas, médias e grandes usinas hidrelétricas. Em seguida, vem a geração termelétrica, responsável por cerca de 39 GW e, em terceiro, a geração eólica, cuja capacidade instalada é de aproximadamente 7 GW. No que diz respeito à participação da fonte na matriz elétrica brasileira, a fonte hídrica é a que tem maior importância (65,16%), acompanhada pela fonte fóssil (19,03%), pela biomassa (9,72%) e pela eólica (4,68%).

 

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