Os coxinhas e os empadinhas no embate, e o Brasil como é que fica?

abr, 2016

Edição 122 – Março de 2016
Por José Starosta – Consultor Técnico

Será que paramos? Ainda não, por sorte, existe gente de bem no Brasil que ainda não apertou aquele botão que todos conhecemos. Se assim fosse, entraríamos em uma “venezualização” e o caos estaria instaurado para a comemoração de alguns e o sofrimento de muitos. A turma de Brasília, além de não conseguir botar o país nos trilhos, se vê acuada pelas acusações de maus tratos e mesmo roubo de nossos cofres. Nossos indicadores são horríveis, mas ainda não quebramos, temos um pouco de ar na garrafa, mas não dá para muito tempo. Enquanto a disputa judicial pega fogo e da mesma forma que a população discutia o custo do kWh ou os percentuais dos volumes mortos (ou quase) dos reservatórios, agora todo mundo virou especialista em ritos judiciais e o que ocorrerá com nossos compatriotas em função dos passos e rumos das histórias que irão surgir, com delações, escutas, notificações, buscas e tudo mais.

As bobagens que surgem nas redes sociais, então, são de enlouquecer. Aliás, os grampos telefônicos são de uma sutileza ímpar, os proctologistas estão preocupados com as sugestões.

Certamente, as listas de políticos que disputarão as novas eleições estarão bem modificadas, alguns inelegíveis, outros cumprindo penas e alguns aposentados precocemente.

Os sofisticados modelos de favorecimento estão sendo desvendados e, pelo jeito, a sobrevivência das empresas, mesmo aquelas “virgens”, deverá atender a um maior grau de exigência por parte das autoridades, sejam elas quais forem; da mesma forma que os protocolos de controle que foram inseridos após escândalo internacionais com a lei Sarbanes-Oxley, (ou SOX). Esperar para ver o tamanho da encrenca.

No nosso mundo doméstico e elétrico, continuamos a apostar na eficiência energética aplicada desta vez nas próprias instalações, como mostra a reportagem desta edição, além de pesquisas com fabricantes e distribuidores de linhas elétricas e tomadas e interruptores, também neste exemplar. Não se pode esquecer que o CINASE ocorre nos dias 26 e 27 em BH, em formato bem dinâmico e interessante. Não percam!

Esperar o que irá ocorrer para ver como é que fica não adianta, vamos pensar no Brasil que queremos e, sobretudo, brigar por ele, sejamos fortes e valentes!

Eng. José Starosta
Consultor da revista O Setor Elétrico
consultor@osetoreletrico.com.br

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